sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Pensamento...
Curiosidade...
A física é a coisa mais doida que podemos estudar. Coisas realmente estranhas acontecem nesse campo da ciência. Por isso nós selecionamos alguns fatos malucos para que você entenda os motivos pelos quais os físicos são considerados loucos.
1 – Se o Sol fosse feito de bananas seria tão quente quanto é normalmente
O sol funciona de maneira bastante simples: devido sua enorme massa ele cria uma descomunal gravidade. Por isso seu núcleo sofre uma pressão inimaginável, que faz com que os átomos de hidrogênio que o compõe comecem a se bater lá dentro, de forma que eles se fundem gerando hélio. O que sobra dessa fusão nuclear é energia pura (como nas bombas atômicas), e isso que faz com que ele seja quente pra cacete.
Mas o interessante é que se o sol fosse de bananas, ele esquentaria do mesmo jeito, pois a teria a mesma massa e geraria a mesma pressão. O problema é que por as bananas não serem de hidrogênio ele se consumiria muito mais rápido.
2 – Toda a raça humana cabe em uma colher
Todos devem conhecer a estrutura de um átomo, ela é mais ou menos como na figura a direita.
Agora imagine: se sua mão fechada fosse aquele núcleo verde e vermelho. Os elétrons voando em volta deles estariam circulando ao núcleo (sua mão) a 20Km de distância! Ou seja, 99,999999999999999999999% de um átomo são espaços vazios.
Agora se pegássemos toda a humanidade e retirássemos todos esses espaços de todos os seus átomos, todas as pessoas do mundo caberiam em uma colher de sopa.
3 – Quase todo universo é invisível
Acredita-se que existam 100 bilhões de galáxias no universo e cada uma delas pode ter até 100 trilhões de estrelas. O problema é que mesmo essa infinidade de matéria representa apenas 2% da massa total do universo.
Mas como que se sabe isso se só “vemos o visível”? Como sabemos que existe algo invisível por aí?
Gravidade é a resposta. Os cientistas notaram que toda a força da gravidade aplicada sobre as galáxias não é correspondente a massa visível, ou seja, existe algum tipo de matéria ocupando boa parte do espaço que não podemos ver, apenas sentimos sua presença na forma de gravidade.
4 – Existe um infinito número de pessoas iguais a você em algum lugar
Atualmente a cosmologia nos diz que pode existir um número infinito de universos paralelos, que seriam mais ou menos como bolhas de sabão voando no espaço. Logo, se existem infinitos universos, quer dizer que existem infinitos “eus” e “vocês” por aí. Como são infinitos, existem um infinito número de pessoas lendo esse texto em outros universos, assim como existe outro infinito números de pessoas que o escreveram.
5 – Buracos negros não são negros
Os buracos negros na verdade estão mais para “escurinhos” do que para totalmente negros, mesmo por que de tempos em tempos eles liberam luz. Então se eles liberam luz, eles perdem energia e se não houver mais massa e luz para eles sugarem a sua volta, algum dia eles morrem.
6 – Essa coisa de passado, presente e futuro é papo furado
Segundo a Teoria da Relatividade de Einstein, cada um tem seu tempo, nós só vivemos em tempos semelhantes pois estamos nos movendo em velocidades iguais. Mas se nós vivêssemos em velocidade diferentes o tempo passaria de maneira diferente para cada um de nós.
Isso é comprovado com os satélites GPS que ficam orbitando a Terra. Os relógios internos desses aparelhos mostram que o tempo passa mais devagar para eles, pois eles voam em velocidade mais rápida que nós e estão sofrendo menos influência da gravidade.
7 – Quanto mais rápido você se mover mais pesado você fica
Antes que alguém fique fazendo piadinhas que correr engorda, devo informar que esse aumento de peso é momentâneo…
Tendo a velocidade da luz como limite, imagine que você está correndo no limite dela, de repente alguém lhe empurra, ou seja, você deveria ir mais rápido, mas como já está no limite essa energia acaba virando massa, e você ganha peso.
Curiosidade...
Pode parecer loucura ou até coisa de filme de ficção científica, contudo, estudos realizados por pesquisadores da Universidade de Oxford, apontam que o uso de pequenas correntes elétricas no cérebro pode melhorar a habilidade de uma pessoa com a matemática, a descoberta pode beneficiar muitos que possuem deficiências numéricas, como a discalculia (uma das mais graves), deficiências decorrentes de um derrame ou doenças degenerativas.
É claro que as pessoas não devem sair aplicando choques umas nas outras (ou em si mesmas), segundo Roi Cohen Kadosh, do Instituto de Neurociência Cognitiva da Universidade de Oxford isso está fora de questão, porém ele se mostra bastante animado, já que a aplicação de uma corrente elétrica no cérebro pode melhorar o raciocínio matemático de uma pessoa por até seis meses sem influenciar suas outras funções cognitivas.
"O estímulo elétrico não transformará ninguém em Albert Einstein, mas pode ser capaz de ajudar algumas pessoas a lidar melhor com a matemática", disse Roi.
Curiosidade...
A sensação prazerosa que sentimos ao ouvirmos música está associada diretamente com a liberação de dopamina no cérebro, o mesmo neurotransmissor relacionado ao prazer da alimentação, drogas ou dinheiro.
Segundo uma pesquisa divulgada na revista científica Nature Neuroscience, a dopamina age em nosso corpo reforçando alguns dos nossos comportamentos mais importantes para que assim garantam a nossa sobrevivência, como a alimentação e o sexo, ou pode ainda desempenhar um papel na motivação (recompensa por um esforço ou risco, como em apostas ou uso de drogas), o que não se sabia, no entanto, era como a substância poderia estar envolvida no prazer abstrato, como ouvir música.
Para a pesquisa, foram selecionados dez voluntários, com idades entre 19 a 24 anos, dentre uma lista de 217 que responderam a um anúncio solicitando pessoas que sentiam sinais de extremo prazer ao escutar música, através de aparelhos de diagnóstico por imagens, os cientistas da Universidade McGill, em Montreal, no Canadá, mediram a liberação de dopamina e a atividade do cérebro, ao mesmo tempo que sensores informavam a frequência cardíaca e respiratória dos voluntários, sua temperatura ou sinais de estremecimento de prazer no nível da pele.
Após os testes, os resultados indicaram que a dopamina é liberada antes mesmo do prazer associado à música ouvida, e durante o próprio pico de prazer, ou seja, no auge emocional, na realidade tratam-se de dois processos fisiológicos distintos que envolvem diferentes regiões do cérebro, durante o auge do prazer é ativado o núcleo "accumbens", envolvido na euforia produzida pela ingestão de psicoestimulantes (como a cocaína), antes, no prazer por antecipação, a atividade da dopamina é observada em outra área do cérebro.
Como o esperado, a quantidade de liberação de dopamina no cérebro do indivíduo varia conforme a intensidade da emoção e do prazer que a pessoa está sentindo, em comparação com as medições realizadas ao escutar uma música "neutra" (indiferente aos voluntários).
O estudo ainda nos permite entender o porque da música ser tão explorada e de uma forma bastante eficiente por boa parte da indústria da publicidade e propaganda, ou até mesmo em filmes para induzir estados de humor, como um prazer abstrato, a música contribuiria, graças à dopamina, para um fortalecimento das emoções, ao estimular noções de espera (da próxima nota, de um ritmo preferido), de surpresa e de expectativa.
Portanto, muito cuidado na hora de selecionar as músicas para ouvir, agora que você tem uma noção do impacto que ela exerce no seu cérebro e humor!
Curiosidade...
Dentre todos os membros que possuímos em nossos corpos, um dos mais importantes e vitais para o nosso desenvolvimento, sobretudo quando ainda somos crianças, são os pés, afinal de contas sem eles nós sequer poderíamos caminhar, correr, nos locomover com facilidade, mas o quanto realmente você sabe sobre eles?
Com os dias cada vez mais corridos, muitas vezes não tomamos os cuidados necessários com o nosso corpo e nesse caso, nossos pés, na matéria de hoje você poderá conhecer 17 interessantes fatos sobre esse “par de amigos” que sustenta toda a estrutura do seu corpo!
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Albert Einstein
Einstein, equação da vida e da morte
Em 1939, na véspera da segunda guerra mundial, Albert Einstein escreveu uma carta ao presidente dos Estados Unidos, Franklin Roosevelt:
“…Sir. O elemento chamado urânio pode ser transformado em uma nova e importante forma de energia no futuroimediato. Certos aspectos desta situação exigem certa cautela, e se necessário, uma ação rápida por parte da administração. Bombas extremamente poderosas de um novo tipo, podem agora ser construídas….”
A carta era sobre a aplicação da famosa equação de Einstein: E=mc2 e do seu medo de que os nazistas a pudessem utilizar para construir uma bomba atômica.
A sua carta impulsionou uma cadeia de acontecimentos, que levaram a destruição de Hiroshima e Nagashaki.
Albert Einstein, mais tarde, descreveria a escrita desta carta como o grande erro da sua vida.
Esta é a história de sua mais famosa equação e como E=mc2 mudou a história e Einstein, para sempre.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Pensamento...
Às vezes esperamos tanto...
Curiosidade...
A física é a coisa mais doida que podemos estudar. Coisas realmente estranhas acontecem nesse campo da ciência. Por isso nós selecionamos alguns fatos malucos para que você entenda os motivos pelos quais os físicos são considerados loucos.
1 – Se o Sol fosse feito de bananas seria tão quente quanto é normalmente
O sol funciona de maneira bastante simples: devido sua enorme massa ele cria uma descomunal gravidade. Por isso seu núcleo sofre uma pressão inimaginável, que faz com que os átomos de hidrogênio que o compõe comecem a se bater lá dentro, de forma que eles se fundem gerando hélio. O que sobra dessa fusão nuclear é energia pura (como nas bombas atômicas), e isso que faz com que ele seja quente pra cacete.
Mas o interessante é que se o sol fosse de bananas, ele esquentaria do mesmo jeito, pois a teria a mesma massa e geraria a mesma pressão. O problema é que por as bananas não serem de hidrogênio ele se consumiria muito mais rápido.
2 – Toda a raça humana cabe em uma colher
Todos devem conhecer a estrutura de um átomo, ela é mais ou menos como na figura a direita.
Agora imagine: se sua mão fechada fosse aquele núcleo verde e vermelho. Os elétrons voando em volta deles estariam circulando ao núcleo (sua mão) a 20Km de distância! Ou seja, 99,999999999999999999999% de um átomo são espaços vazios.
Agora se pegássemos toda a humanidade e retirássemos todos esses espaços de todos os seus átomos, todas as pessoas do mundo caberiam em uma colher de sopa.
3 – Quase todo universo é invisível
Acredita-se que existam 100 bilhões de galáxias no universo e cada uma delas pode ter até 100 trilhões de estrelas. O problema é que mesmo essa infinidade de matéria representa apenas 2% da massa total do universo.
Mas como que se sabe isso se só “vemos o visível”? Como sabemos que existe algo invisível por aí?
Gravidade é a resposta. Os cientistas notaram que toda a força da gravidade aplicada sobre as galáxias não é correspondente a massa visível, ou seja, existe algum tipo de matéria ocupando boa parte do espaço que não podemos ver, apenas sentimos sua presença na forma de gravidade.
4 – Existe um infinito número de pessoas iguais a você em algum lugar
Atualmente a cosmologia nos diz que pode existir um número infinito de universos paralelos, que seriam mais ou menos como bolhas de sabão voando no espaço. Logo, se existem infinitos universos, quer dizer que existem infinitos “eus” e “vocês” por aí. Como são infinitos, existem um infinito número de pessoas lendo esse texto em outros universos, assim como existe outro infinito números de pessoas que o escreveram.
5 – Buracos negros não são negros
Os buracos negros na verdade estão mais para “escurinhos” do que para totalmente negros, mesmo por que de tempos em tempos eles liberam luz. Então se eles liberam luz, eles perdem energia e se não houver mais massa e luz para eles sugarem a sua volta, algum dia eles morrem.
6 – Essa coisa de passado, presente e futuro é papo furado
Segundo a Teoria da Relatividade de Einstein, cada um tem seu tempo, nós só vivemos em tempos semelhantes pois estamos nos movendo em velocidades iguais. Mas se nós vivêssemos em velocidade diferentes o tempo passaria de maneira diferente para cada um de nós.
Isso é comprovado com os satélites GPS que ficam orbitando a Terra. Os relógios internos desses aparelhos mostram que o tempo passa mais devagar para eles, pois eles voam em velocidade mais rápida que nós e estão sofrendo menos influência da gravidade.
7 – Quanto mais rápido você se mover mais pesado você fica
Antes que alguém fique fazendo piadinhas que correr engorda, devo informar que esse aumento de peso é momentâneo…
Tendo a velocidade da luz como limite, imagine que você está correndo no limite dela, de repente alguém lhe empurra, ou seja, você deveria ir mais rápido, mas como já está no limite essa energia acaba virando massa, e você ganha peso.
Curiosidade...
Pode parecer loucura ou até coisa de filme de ficção científica, contudo, estudos realizados por pesquisadores da Universidade de Oxford, apontam que o uso de pequenas correntes elétricas no cérebro pode melhorar a habilidade de uma pessoa com a matemática, a descoberta pode beneficiar muitos que possuem deficiências numéricas, como a discalculia (uma das mais graves), deficiências decorrentes de um derrame ou doenças degenerativas.
É claro que as pessoas não devem sair aplicando choques umas nas outras (ou em si mesmas), segundo Roi Cohen Kadosh, do Instituto de Neurociência Cognitiva da Universidade de Oxford isso está fora de questão, porém ele se mostra bastante animado, já que a aplicação de uma corrente elétrica no cérebro pode melhorar o raciocínio matemático de uma pessoa por até seis meses sem influenciar suas outras funções cognitivas.
"O estímulo elétrico não transformará ninguém em Albert Einstein, mas pode ser capaz de ajudar algumas pessoas a lidar melhor com a matemática", disse Roi.
Curiosidade...
A sensação prazerosa que sentimos ao ouvirmos música está associada diretamente com a liberação de dopamina no cérebro, o mesmo neurotransmissor relacionado ao prazer da alimentação, drogas ou dinheiro.
Segundo uma pesquisa divulgada na revista científica Nature Neuroscience, a dopamina age em nosso corpo reforçando alguns dos nossos comportamentos mais importantes para que assim garantam a nossa sobrevivência, como a alimentação e o sexo, ou pode ainda desempenhar um papel na motivação (recompensa por um esforço ou risco, como em apostas ou uso de drogas), o que não se sabia, no entanto, era como a substância poderia estar envolvida no prazer abstrato, como ouvir música.
Para a pesquisa, foram selecionados dez voluntários, com idades entre 19 a 24 anos, dentre uma lista de 217 que responderam a um anúncio solicitando pessoas que sentiam sinais de extremo prazer ao escutar música, através de aparelhos de diagnóstico por imagens, os cientistas da Universidade McGill, em Montreal, no Canadá, mediram a liberação de dopamina e a atividade do cérebro, ao mesmo tempo que sensores informavam a frequência cardíaca e respiratória dos voluntários, sua temperatura ou sinais de estremecimento de prazer no nível da pele.
Após os testes, os resultados indicaram que a dopamina é liberada antes mesmo do prazer associado à música ouvida, e durante o próprio pico de prazer, ou seja, no auge emocional, na realidade tratam-se de dois processos fisiológicos distintos que envolvem diferentes regiões do cérebro, durante o auge do prazer é ativado o núcleo "accumbens", envolvido na euforia produzida pela ingestão de psicoestimulantes (como a cocaína), antes, no prazer por antecipação, a atividade da dopamina é observada em outra área do cérebro.
Como o esperado, a quantidade de liberação de dopamina no cérebro do indivíduo varia conforme a intensidade da emoção e do prazer que a pessoa está sentindo, em comparação com as medições realizadas ao escutar uma música "neutra" (indiferente aos voluntários).
O estudo ainda nos permite entender o porque da música ser tão explorada e de uma forma bastante eficiente por boa parte da indústria da publicidade e propaganda, ou até mesmo em filmes para induzir estados de humor, como um prazer abstrato, a música contribuiria, graças à dopamina, para um fortalecimento das emoções, ao estimular noções de espera (da próxima nota, de um ritmo preferido), de surpresa e de expectativa.
Portanto, muito cuidado na hora de selecionar as músicas para ouvir, agora que você tem uma noção do impacto que ela exerce no seu cérebro e humor!
Curiosidade...
Dentre todos os membros que possuímos em nossos corpos, um dos mais importantes e vitais para o nosso desenvolvimento, sobretudo quando ainda somos crianças, são os pés, afinal de contas sem eles nós sequer poderíamos caminhar, correr, nos locomover com facilidade, mas o quanto realmente você sabe sobre eles?
Com os dias cada vez mais corridos, muitas vezes não tomamos os cuidados necessários com o nosso corpo e nesse caso, nossos pés, na matéria de hoje você poderá conhecer 17 interessantes fatos sobre esse “par de amigos” que sustenta toda a estrutura do seu corpo!
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Albert Einstein
Einstein, equação da vida e da morte
Em 1939, na véspera da segunda guerra mundial, Albert Einstein escreveu uma carta ao presidente dos Estados Unidos, Franklin Roosevelt:
“…Sir. O elemento chamado urânio pode ser transformado em uma nova e importante forma de energia no futuroimediato. Certos aspectos desta situação exigem certa cautela, e se necessário, uma ação rápida por parte da administração. Bombas extremamente poderosas de um novo tipo, podem agora ser construídas….”
A carta era sobre a aplicação da famosa equação de Einstein: E=mc2 e do seu medo de que os nazistas a pudessem utilizar para construir uma bomba atômica.
A sua carta impulsionou uma cadeia de acontecimentos, que levaram a destruição de Hiroshima e Nagashaki.
Albert Einstein, mais tarde, descreveria a escrita desta carta como o grande erro da sua vida.
Esta é a história de sua mais famosa equação e como E=mc2 mudou a história e Einstein, para sempre.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
